16 de maio de 2013

Falar ou não falar eis a questão.

Tudo o que dizemos tem um objetivo, nada daquilo que se diz é inocente o momento e o conteúdo por norma serve sempre algum interesse próprio e apartir do momento que está dito está dito e ficamos para sempre prisioneiros do que proferimos.
Um dia, talvez chegue o momento em que sentimos necessidade de justificar o motivo pelo qual dissemos as coisas e aí os outros darão a credibilidade que entenderem às justificações e no caso de não terem pedido a tal justificação, dificilmente acreditam em nós.
Por isso é que os atos valem por mil palavras. 

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